Maputo, 22 Out (AIM) – O Millennium BIM reafirmou o seu compromisso com a valorização e divulgação da arte moçambicana, através da exposição “Faces da Modernidade”, que reúne obras do seu acervo e destaca diferentes gerações de artistas nacionais.
A exposição, patente no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), resulta da parceria entre as duas instituições e apresenta criações posteriores à década de 1990, período marcado pela experimentação de novas linguagens, materiais e formas de representação da sociedade.
“Este acervo foi construído ao longo da história do Millennium BIM, mas o seu valor não se limita às paredes da instituição. Ao torná-lo acessível, partilhamos com a sociedade a criação dos nossos artistas”, afirmou Moisés Jorge, Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Millennium BIM (Banco Internacional de Moçambique).
Na ocasião, Moisés Jorge destacou que as artes plásticas fazem parte da identidade do banco desde a sua fundação, em 1995, e prestou homenagem a Mário Machungo, a quem atribuiu um papel determinante na formação da colecção de arte da instituição.
Por sua vez, José-Maria Queirós, director do CCFM, salientou a importância do envolvimento das empresas na aquisição de obras de arte e na criação de espaços para a divulgação dos artistas moçambicanos.
“Estes artistas precisam destes espaços para serem divulgados e se apresentarem ao público. É graças à parceria entre o Millennium BIM e o Centro Cultural Franco-Moçambicano que conseguimos fazê-lo”, afirmou.
O director do CCFM destacou igualmente a importância da parceria na realização de acções de mediação cultural destinadas a crianças de escolas públicas e orfanatos, de modo a facilitar o seu acesso às artes e à cultura.
A exposição conta com a curadoria de Jorge Dias, artista e especialista em arte contemporânea moçambicana, e inclui obras de artistas ainda vivos, que participaram na apresentação da mostra.
O Millennium BIM, que assinala 31 anos de actividade a 25 de Outubro, reiterou a sua disponibilidade para continuar a apoiar os artistas moçambicanos e a partilhar o seu acervo com a sociedade.
(AIM)
Laura Tembe (LT)/mz
